De encontro com aquilo que sempre fui
Encontrei no fundo da garrafa um pouco de rum
Me deleitei com paixões viscerais
Até encontrar aquilo que parece ser o meu cais
O fundo da alma transbordando
E agitando todo o mar
Já não somos mais vítimas da lucidez
Estamos entregues as correntezas
De um mar sem fim
Maré cheia
Maré baixa
Mas nunca parada
Sempre em movimento
Nenhum comentário:
Postar um comentário