Um buraco se abre querendo engolir tudo
Prometo ser mais forte...
Há piedade na escuridão?
Da última vez serviu como um chapéu
Se alegrou como um bobo
Que derruba o rei do seu trono
Contando gargalhadas
Furacão intenso
Gira em espiral
Levantando voo
Os insanos
Negrume de vida que transforma
Lástimas em fome
Forma de versos
Derramados com a chuva
Poemas de verão
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Prostituída
Prostituída pelo amor
Era carne seca jogada as traças
Nunca quis se perdoar
Dessa pobre desgraça
Era carne seca jogada as traças
Nunca quis se perdoar
Dessa pobre desgraça
segunda-feira, 31 de março de 2014
Outro aqui
Que triste paisagem se forma em mim
Molho a ponta da vida
Num mar negro sem fim
É desta que surgem versos
Ecos passados de outonos divididos
Distância próxima do Outro aqui
Molho a ponta da vida
Num mar negro sem fim
É desta que surgem versos
Ecos passados de outonos divididos
Distância próxima do Outro aqui
Mata o tempo
Mata o tempo
Ah! Que triste dia...
Ah! Que bem fazia...
O menino e seus brinquedos
Brincando queria
Construir um enredo
Sua vida sem graça
Da desgraça nascia
E da bela paisagem
Um pássaro surgia
Lhe contando segredos
Ah! Que triste dia...
Ah! Que bem fazia...
sábado, 25 de janeiro de 2014
O ponto exato
Decidi arriscar! Abracei o mundo e comecei a caminhada. Passos timidamente selvagens me carregaram para onde estou agora: o ponto exato de mim mesmo. Os ventos, as ondas e as correntezas balançam os galhos, carregam folhas, frutos e sementes. Mas a árvore... essa continua fixa em seu lugar.
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