domingo, 7 de junho de 2015

Na calada da noite, entre o querer e o não querer, se ascende um novo mistério: é amor!

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Quando me dei conta, me fui dado de volta a mim. Deleite de alegria estar vivo em sua própria morada.

Contraditando seriedades

Estou-me aqui e de repente me pego envolto por contradições. Frio lá fora e o que me aquece hoje não são só cobertores de lã. Mantos de seriedades contraditórias. Em cada passo o olhar vagueia pela noite escura e fria do silêncio dos corações. Estes, conjugam um só verbo: amar.

Audácia das flores

Eu invejo a audácia das flores. Ali, no seu secreto mais íntimo há o desejo de amar e ser amada, de desabrochar, que a mais ninguém pertence a não ser a elas mesmas. Sem medo do que lhes possam acontecer, desabrocham, mostram sua beleza e seu perfume. Mas hoje eu descobri seu segredo: elas também tem medo! Algumas não desabrocham, morrem broto. Por medo de não serem amadas, em silêncio, morrem. E todo o jardim entra em luto. Ali jaz mais um botão que não virou flor. Que pelo medo de amar, se perdoou.