Há mar, eu rio.
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
É terrível não amar
Mesmo que amar
Seja terrível
domingo, 18 de setembro de 2016
Na calada da noite
Enquanto o amor não vem
Estremeço
sábado, 10 de setembro de 2016
Me perco nos versos do teu amor para me encontrar na outra margem
Só me reconheço nos versos do teu amor
A saudade é como brasa marcada no corpo, mas só arde quando tem que arder.
As palavras exalam o
perfume do que um dia foi saudade, só sei amar em forma de versos.
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Quando rio não encontra mar
É a saudade que dói no peito
F
az de mim pedaços
Junto os cacos do que eu era
Em vão
domingo, 14 de agosto de 2016
Hoje me visto de saudade
É a promessa do amor
Que cive em mim
Ascendo!
Quando vem a inspiração
Calor no coração
É o Teu nome que clama
Calmaria nos desertos da alma
Quando a inspiração se apresenta
É o calor da brasa
Ascendendo ao coração do poeta
Amo!
Impossível não amar
O verde dos campos
O perfume das flores
O coração de um poeta apaixonado
Cada banho do luar
Um poema se ascende
Aos corações dos amantes
A lua está tão bela hoje!
Poemas a incendiar
Os candeeiros de corações acalorados.
A noite revela
Os segredos da saudade.
A alma está fadada ao amor
E eu amo!
sábado, 16 de julho de 2016
Em silêncio
Os amantes tagarelam o amor
Lábios que se beijam
Sem se tocarem
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Me carrega para os braços da noite
Oh amado, me entrego a ti
Sem dor não há transformação
sábado, 11 de junho de 2016
Arrependida de amar
Calou sua voz
Com um último grito
Não estou preparada
Para me desnudar
Diante de ti
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Iluminada pela noite
Descansa a rosa
Em seu jardim
Silêncio
Desejo ardente de amar
Entrega, entrega, entrega
Sem fim
Até o fim
segunda-feira, 25 de abril de 2016
O beijo do amado
Transforma versos em poesia
Me calo diante
da imensidão do amor
quarta-feira, 13 de abril de 2016
É em solidão
Que sinto seu olhar
Quem sou eu quando estás aqui, tão aqui?
sábado, 9 de abril de 2016
Enquanto há mar
(amar)
Me rio
quinta-feira, 31 de março de 2016
Constelam estrelas de poema
Na noite escura da alma
É o Seu nome que me chama
Ah! As belezas de Amar e ser Amado
Poemas de amor sem fim
Amanhecem estrelas
Constelando meu nome
Quem sou eu quando me chamas?
quarta-feira, 30 de março de 2016
Noite sem fim
Mistérios que dormem em mim
Madruga o amor
Quem sou eu quando chamas meu nome?
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