Era uma vez um cogumelo
Eram duas vezes um cogumelo
Eram três vezes um cogumelo
E não chegou a lugar algum
A selvageria o dominou
Pelos seus sentidos o capturou
Com suas espadas e lanças lutou
Mas nada adiantou
No deserto se afogou
E cambaleante se levantou
Batendo no peito gritou
O uivo profundo que o salvou
Na pedra trabalhou
Em uma obra a transformou
Exausto, descansou
E sua obra admirou
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